O artigo é de Rui Falcão e traz para a ordem do dia uma das questões mais importantes, em nossa opinião, para o futuro dos vinhos em Portugal: defender rigidamente as denominações de origem, imposições de castas, etc. ou mostrar um pouco de abertura e permitir aos produtores (e aos consumidores) dentro de alguma liberdade fazer as suas escolhas? Interessantíssimo e apaixonante debate...